domingo, 18 de março de 2018

Coluna de Notícias 812. (Anexo:

"DEMOCRATIZANDO A COMUNICAÇÃO – Coluna de Notícias"

"Uma forma diferente de noticiar"!

Ano X – Edição nº 812 (geral) e 10ª do ano. Fontes de informações: rádios, tv, jornais e e-mails.

*Hermes Alves de Oliveira, idealizador e editor – Criado em 13 de outubro de 2007.

Contatos telefônicos: (084) 9.8125-2674/Vivo, 9.8848-2592/Oi (WA), .9.9416-4808/Claro e 9.9921-5275/Tim.

Contatos eletrônicos: hermesoliveira1@hotmail.com / http://democratizandoacomunicacao.blogspot.com.br/.

Mossoró/RN, domingo, 18 de março de 2018 – Edição Especial - Atualizações aos sábados.

Túnel do tempo = Ano: 2018. Semana: 11/52, dias: 77/365 e faltam 288 dias para o final do ano.

"Causos/, poesias e prosas democráticos"!

"Para onde você for / Há um trem na Estação / Uns têm vagões de saudade / Outros, de felicidade / O que importa é partir / Pois toda chegada / Teve sempre um deixar. / Vamos pegar o trem"? Abraços, Mané Beradeiro - Cidadão da lendária e mítica São Sarauê. Contador de Causos e declamador de poesia matuta na literatura do Rio Grande do Norte. (Francisco Martins – Escritor e criador d'O Mané Beradeiro. www.franciscomartinsescritor.blogspot.com).

 

Estimados/as Amigos/as:

QUEM GANHA COM O FIM DA GREVE, PARCIAL, NA UERN? Digo parcial porque os técnicos continuam em greve e isso não foi considerado pela administração geral da instituição que já divulgou o calendário universitário e com retorno às aulas já na quarta-feira (21) sem esperar o posicionamento do corpo técnico-administrativo. Os alunos poderão ter as aulas retomadas mais vão encontrar seus mestres desiludidos diante das lutas agora cessadas por colegas que não foram à luta enfrentando bombas, empurrões e até agressões físicas e moral em busca do que mais legítimo e legal de ter, pelo menos, seus proventos em dia. Sem se falar em perdas salariais. Será que os articuladores pelo fim da greve estão com dificuldades financeiras a exemplo de ameaça de corte de energia elétrica e outras coisas semelhantes? Boa leitura nobre leitor/a.

 

INSS – JUSTIÇA RECONHECE ERRO EM CÁLCULO DE APOSENTADORIA. Rio. Decisão abre precedentes para casos em que INSS usou contribuições menores.

A Justiça reconheceu erro do INSS no cálculo de aposentadoria e determinou que o instituto corrija o valor do benefício. Em recente sentença, que abre precedente para outros casos, o Judiciário Federal, em São Paulo, constatou que foram usados valores menores do que efetivamente o segurado da Previdência contribuiu ao longo da vida e, assim, o benefício acabou concedido de forma errada. Especialistas alertam que aposentados precisam conferir se os cálculos foram feitos corretamente. Do contrário, devem entrar com processo judicial, pleiteando a chamada revisão de fato.

Segundo o advogado Murilo Aith, do escritório Aith, Badari e Luchin, o equívoco é muito comum nas concessões de aposentadoria do INSS, mas muitos segurados não sabem. Por isso, eles devem ficar atentos: podem ter a correção do valor.

"É importante fazer análise cuidadosa, inclusive com cálculos, para saber se há direito, ou seja, se algum erro será encontrado", adverte, ressaltando que a ação visa corrigir o erro na concessão.

Para saber se a conta foi feita de forma correta, o segurado tem que ter a carta de memória de cálculo, as contribuições, - que normalmente estão nos contracheques e o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS)."De posse desses documentos, é possível verificar se o cálculo está correto", orienta Murilo Aith.

Um segurado de São Paulo que ganhou ação recente terá o benefício corrigido em 12%. O INSS ainda pode recorrer da decisão. J.T., 64 anos, trabalhava como analista de suporte técnico, quando se aposentou em 2015. Ele recebia R$ 4.609,46. Com a decisão da Justiça, o valor vai a R$ 5.153,84.

Conforme Aith, isso ocorreu porque o INSS errou na hora de calcular a aposentadoria ao utilizar valores abaixo do que efetivamente o segurado contribuiu, resultando em benefício menor.

"Ele pensava que a aposentadoria tinha algo de errado. Nos procurou dizendo que achava que o INSS tinha errado no cálculo. Fomos verificar os documentos dele e realmente havia erro", lembra o advogado.

Os segurados que conferirem seus documentos e avaliarem que têm direito à revisão deve fazê-lo logo. Em muitas cartas de concessão de aposentadoria, vem escrito o seguinte aviso: "Obs: é de 10 anos o prazo para revisão do ato de concessão, conforme lei 8.213/91, Artigo 103".

Muitos interpretam erroneamente a frase e acreditam que devem esperar dez anos para pedir a revisão. Mas, segundo o advogado, para este tipo de ação não há prazo de prescrição para recorrer. Fonte: O Dia Online - 15/03/2018

 

FIQUE SABENDO... "A origem e evolução do dinheiro (Parte I). FONTE: http://www.bcb.gov/htms/origevol.asp.

No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário.

ESCAMBO:

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda, praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.

Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações especiais, em que as pessoas envolvidas permutam objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito.

As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados.

A MOEDA MERCADORIA:

Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–mercadorias.

O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse risco de doenças e de morte.

O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.

No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializado sob a forma de novelos, meadas e tecidos.

Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.

METAL:

Quando o homem descobriu o metal, logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas anteriormente feitos de pedra.

Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc.

O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável por sua emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca.

MOEDA EM FORMATO DE OBJETOS: Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas.

Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado, essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos.

A valorização, cada vez maior, desses instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro.

É o caso das moedas faca e chave que eram encontradas no Oriente e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.

MOEDAS ANTIGAS:

Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.

São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro.

As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C.

A princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras (...).

 

CONQUISTE SEU EMPREGO:

MA: A Prefeitura de Caxias/RS, realizará CONCURSO PÚBLICO oferecendo 1.170 (mil, cento e setenta e nove) VAGAS PARA VÁRIOS CARGOS, inscrições abertas até o dia 30/03/2018. Escolaridade exigida: MÉDIO / SUPERIOR. Salários: até R$ 5.000,00;

PB: A Prefeitura de João Pessoa/PB realizará CONCURSO PÚBLICO, oferecendo 70 (setenta) VAGAS PARA AGENTES DE CONTROLE URBANO, inscrições até o dia 23/04/2018. Escolaridade exigida: MÉDIO / SUPERIOR. Salários: até R$ 1.238,37. Maiores informações pelo edital no site: www.pciconcursos.com.br/concursos.

 

PANO RÁPIDO:

PLANOS BRASIL NOVO SEM SAUDADE. Três planos separados para estabilização da inflação foram implementados durante os dois anos do governo Collor. Os dois primeiros, Plano Collor I e II, foram encabeçados pela Ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Mello. Em maio de 1991, Zélia foi substituída por Marcílio Marques Moreira, que instituiu um plano epônimo, o Plano Marcílio.

Os três planos Brasil Novo:

Plano Collor I: 16 de março a janeiro de 1991;

Plano Collor II: 31 de janeiro de 1991 a 9 de maio de 1991;

Plano Marcílio: 10 de maio de 1991 a 26 de fevereiro de 1994.

 

REGISTROS:

AMIGOS/AS DE PARABÉNS NA SEMANA!"Chegou a hora de apagar a velinha / Vamos cantar, aquela musiquinha! / Parabéns! / Parabéns! Pelo seu aniversário"! - DIA 17: João Bosco – Comerciante. Seguidos por: Ângela Fernandes – Profª., Edinho (Porto do Mangue), Fátima Cordeiro – FUNDAC, Ivanaldo Gaudêncio – Prof. e Rejane Pinto – UERN (18); Anselmo Carvalho – Prof., Dedé – Sandubar, José Lucas – Prof., Lázaro Amorim – TRT, Lúcia Regina – FUNDAC e Maria José de Medeiros Alves – Centro de Agricultura (19); Fernando Fontes – Autônomo e Sérgio Coelho – UERN (20); Antônio Cordeiro – UERN e Lourdes Freitas – FUNDAC (21); Arlindo Vieira – UERN, Marcelino Neto – OBVO, Paulo Giovanni - TJRN e Valdilene Lobo – Profª. (22); Carlão Silva – Autônomo, Edmundo Torres – Jornalista e Joseph Charles – Coletoria Estadual (23). E DIA 24: Francisco Nogueira – Doze Anos e Nildo da Pedra Branca - Poeta.

DO AMIGO/A LEITOR/INTERNAUTA: "Obrigada meu caro Hermes, você é uma pessoa que tenho muito carinho, compartilhou conosco os momentos difíceis da doença da minha irmã, amigo é aquele que contamos não somente nas festas e comemorações, mas, principalmente nos momentos árduos. Quando eu estiver em Mossoró vamos nos encontrar. Abraços, Lúcia Dantas". – A recíproca é verdadeira amiga Lúcia, grande abraço à Companheira Zeza e espero o aviso-convite para nosso encontro. Saúde e paz pra você e demais familiares. Grande abraço na Zeza por mim!

 

MEMÓRIA:

HÁ 81 ANOS! – Inaugurado o Banco de Mossoró S/A, pertencente a família de Francisco Souto "Soutinho", Fonte: Mossoró Nossa Terra, por Prof. Almir Nogueira, em 18/03/1937;

E HÁ 61 ANOS! – Foi inaugurada a ÓTICA VÊNUS, em 18/03/1957. "Outro estabelecimento comercial mossoroense, este mais antigo, de José Dias da Cunha (eu suponho que ele seja de Umarizal). Esta loja hoje, está em festa. No ano de 1957, nesta mesma data, abria as suas portas. Podem telefonar para Zé Dias: (840 3315-6108. FONTE: EMERY COSTA, WWW.OMOSOROENSE.COM.BR, Em 18/03/2014;

E NA EDIÇÃO Nº 759/2017 (de 15/03): Ação não é arquivada se autor faltar a audiência por morte de cônjuge; TER-RN afirma parceria com municípios para I Etapa da Biometria; Bronca do leitor/internauta (539), por Walter Silva; Fique sabendo... "FGTS: quem não teve depósito deve ir à justiça". Por Martha Imenes.

DIA: ontem foi Dia Internacional do Marítimo. Amanhã (19) será Dia do Carpinteiro, Dia do Consertador, Dia do Marceneiro, Dia do Moribundo e Dia Nacional do Artesão.

 

DO MUNDO ARTÍSTICO:

Foi um cantor e pianista de jazz norte-americano, pai da cantora Natalie Cole. O apelido de "King Cole" veio de uma popular cantiga de roda inglesa conhecida como Old King cole. Sua voz marcante imortalizou várias canções, como: Mona Lisa, Stardust, Unforgettable, Nature Boy, Christmas Song, "Quizás, Quizás, Quizás", entre outras, algumas das quais nas línguas espanhola e portuguesa. Suas músicas românticas tinham um toque especial junto a sua voz associada ao piano, tornando-o assim um artista de grande sucesso. A então revolucionária formação de piano, guitarra e baixo ao tempo das Bog Bands tornou-se popular para trios de jazz. Nat King Cole aprendeu a tocar piano na igreja onde seu pai era pastor. Desde criança ele esteve ligado à música, tocando junto ao coral da mesma igreja. Cole lutou contra o racismo durante toda a sua vida, sempre recusando-se a cantar em plateias com segregação racial. Por ter um hábito de fumar diariamente três maços de cigarro, o cantor morreu vítima de cãncer. Encontra-se sepultado no Forest Lawn Memorial Park (Glendale), Glendale, Los Angeles, nos Estados Unidos. Um de seus últimos trabalhos foi no filme Cat Ballou, onde canta a balada da personagem título, interpretada por Jane Fonda. INFÂNCIA EM CHICAGO: Seu pai, Edward Coles, era açougueiro e diácono da Igreja Batista. Sua família mudou-se para Chicago quando Nat ainda era criança. Lá, o pai tornou-se pastor e a mãe, Perlina Adams, ficou encarregada de tocar o órgão da igreja. Foi a única professora de piano que Nat teve em toda sua vida. Aprendeu tanto jazz como música gospel, sem esquecer a música clássica. INÍCIO DE CARREIRA DO CANTOR: Seu primeiro sucesso como cantor foi a gravação em 1943 pela Capitol Records de "Straighten Up and Fly Right" baseada num conto popular negro que seu pai havia usado como tema para um sermão. Vendeu mais de 500 mil cópias. Embora Cole nunca viesse a ser considerado um roqueiro, a canção pode ser vista como antecipando os as primeiras gravações de rock. De fato, Bo Didley, que fez semelhantes transformações de materiais folclóricos creditava Cole como uma influência. FAZENDO A HISTÓRIA DA TELEVISÃO: Em 5 de novembro de 1956, The Nat King Cole Show estreou na NBC-TV. Foi o primeiro programa deste tipo comandado por um afro-americano, causando controvérsia na época. Ficou no ar por um ano e pouco, mas teve de ser encerrado, por iniciativa do próprio Nat King Cole, por não ter conseguido nenhum patrocínio de âmbito nacional. RACISCO: Cole lutou contra o racismo toda sua vida e raramente apresentou-se em lugares segregacionistas. Em 1956 foi atacado no palco durante um show em Birmingham, Alabama, enquanto cantava "Little Girl", por três membros do North Alabama White Citizens Council que aparentemente tentavam sequestrá-lo. Os três agressores avançaram pelos corredores da plateia. Embora a segurança tenha rapidamente acabado com a invasão, Cole foi derrubado de seu banco e machucou as costas. Ele não acabou o show e nunca mais se apresentou no Sul dos EUA. Os agressores foram julgados e condenados. Em 1948 comprou uma casa em um condomínio só de brancos nos arredores de Los Angeles. A KKK ateou fogo em uma cruz em frente à sua casa. O conselho do condomínio disse-lhe que não queriam indesejáveis mudando-se para lá. Ele concordou e disse "Eu também não, se eu vir alguém indesejável mudando-se, serei o primeiro a reclamar". Em 1956 foi contratado para se apresentar em Cuba e quis ficar no Hotel Nacional de Cuba, mas não lhe foi permitido porque tinham restrição (color bar) para negros. Cole honrou seu contrato e seu show no Tropicana foi um grande sucesso. No ano seguinte voltou a Cuba para outro show, cantando várias músicas em espanhol. Hoje existe um tributo a ele na forma de um busto e uma jukebox no Hotel Nacional. PASSAGEM PELO BRASIL: Cole fez apresentações no Brasil em 17, 18 e 19 de abril de 1959, no estádio do Maracanãzinho e ginásio do Tijuca Tênis Clube (cidade do Rio de Janeiro), com lotações de 20.000 e 11.000 pessoas, respectivamente. Em 21, 23, 24 e 25 de abril do mesmo ano, suas apresentações ocorreram no antigo Teatro Paramount, em São Paulo. Além disso, fez uma apresentação no Golden Room do Hotel Copacabana Palace. Concedeu diversas entrevistas e participou ainda de mais dois outros eventos: um coquetel promovido pela gravadora Odeon (distribuidora dos LP's da Capitol Records) e um almoço com o então Presidente da República Juscelino Kubistscheck, no Palácio das Laranjeiras. Reportamo-nos sobre NATHANIEL ADMS COLES (in memorian), artisticamente conhecida como NAT KINK COLE, nascido a 17/03/1919 em Montgomery, Alabama – Estados Unidos e falecido a 15/02/1965 em Santa Mõnica/Califórnia com 45 anos de idade. Sua discografia consta de 39 discos gravados entre 1945/1965. Participou de 47 filmes entre 1948/1964 e dois póstomus sobre ele (álbum – 1965 e um documentário – 1989). Dotes artísticos: vocal, piano e guitarra. Gênero: Jazz, Swing e música Pop tradicional. Atividade: 1935/1965. FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nat_King_Cole.

 

DEMOCRATIZANDO A POESIA:

(https://rosangelatrajano.com.br).

 

"O menino do barquinho". (Poesia de Rosângela Trajano).

 

O menino do barquinho
Foi nele passear
Navegou em alto mar
Dentro das suas profundezas
Encontrou navios naufragados
Ainda tão pequenino
E já tinha desassossegos.

ESTA EDIÇÃO É DEDICADA: aos marítimos, carpinteiros, consertadores, marceneiros, moribundos e aos artesãos.

QUEM canta...

"Sempre que te pergunto / O quê, quando, como e onde / Você sempre me responde / Talvez, talvez, talvez". ("Quizás, Quizás, Quizás (Talvez, Talvez, Talvez)" – Composição: Osvaldo Farres. Canta: Nat King Cole.).

... os males espanta!

ANTES DE IMPRIMIR REFLITA SE É REALMENTE NECESSÁRIO, O MEIO AMBIENTE AGRADECE!

*Hermes Alves de Oliveira (59 anos), é sindicalista, natural de Mossoró/RN, Técnico-Administrativo aposentado pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, admitido em 1º de agosto de 1976. Por vinte anos dedicou seus serviços no então Instituto de Letras e Arte - ILA, hoje FALA – Faculdade de Letras e Artes, onde ocupou o cargo de Secretário da FALA por quatro anos. É sócio fundador da antiga AFFURRN – Associação dos Funcionários da FURRN (hoje SINTAUERN) onde ocupou o cargo de tesoureiro na gestão 1985/1988. Em 1997 integrou equipe da Assessoria de planejamento da UERN (1997/1998), passou pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (03 anos), e foi Membro (suplente) do Conselho Curador da FUERN – Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (2008/2010). Integrou o CMAS – Conselho Municipal de Assistência Social (como suplente na primeira gestão em 1996/2000) e assumiu a titularidade (2000/2002) e posteriormente o CMS – Conselho Municipal de Saúde (2003/2006). Foi editor e apresentador do Programa Trabalho e Cidadania pela extinta FM Alternativa (96,5) no período de 2001/2006. De 18/07/2012 a 09/09/2014 foi suplente no CMAS – Conselho Municipal de Assistência Social, representando a Sociedade Civil pelo SINAI. Por treze anos (2001/2014) trabalhou na Faculdade de Direito da UERN, lotado no Departamento de Direito e depois na Secretaria da Faculdade que, completados 38 anos de contribuição a IES, aposentou-se em setembro de 2014. É funcionário da DATANORTE (ex-COHAB) desde outubro de 1981. Milita nos movimentos social e sindical desde 1980, onde ocupou vários cargos como diretor do SINAI – Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Direta e Indireta do RN na Regional do Médio Oeste em Mossoró, no período de julho/1995 a novembro de 2016. Em 23/11/2016 tomou posse no Conselho de Representantes Sindical do SINAI para mandato no triênio 2016/2019.


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